Os desconfortos da vida nos fazem crescer

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Já considerou que sem os seus desconfortos você não cresceria em nada nesta vida? É assim em qualquer dimensão.

Certamente conhecemos a história da lagosta: na medida em que a lagosta cresce, a casca dela fica exprimida e ela tem que largar e, de novo, quando ela tornar a crescer, essa casca ficará apertada e ela terá que voltar pra debaixo das pedras. A lagosta repetirá isso por várias vezes. O estímulo para que a lagosta possa crescer é que ela se sente desconfortável. Se as lagostas tivessem médicos, elas nunca cresceriam, porque assim que a lagosta se sentisse desconfortável, o médico lhe receitaria “Valium”, ou outro remédio, e estaria tudo bem, ela nunca sairia da concha.

O que temos que perceber é que tempos de estresse também são momentos que sinalizam o crescimento. Sem sofrimento não há expansão. Tudo que de melhor foi feito em minha vida foi deito com dor, com o cinzel do escultor eterno, tirando lascas, tirando sobras, me fazendo chegar ao meu formato, à minha integridade de identidade. Mas pra que isso aconteça, pedaços de desnecessidades têm que ser tirados pela via cirúrgica da intervenção de Deus (ou universo), como dor e como sofrimento na existência. A alegria é cumulativa. É o sofrimento que nos liberta dos acúmulos desnecessários que pesam na vida, que impedem a leveza de ser, e a facilitação da jornada. É a dor, é o sofrimento que expande a “concha” do meu existir, que me permite sair de estações menores para entrar e explorar biomas maiores pra o desenvolvimento do meu ser. Em qualquer que seja a medida, em qualquer que seja a dimensão da vida, reclamar por que ta doendo, é perder a oportunidade de aproveitar para crescer. Transformemos nossas dores em crescimento criativo.

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